Esperança emuldurada num sorriso.
Missão encravada no coração, fazendo tudo que podia enquanto pode.
O presente ja não se faz presente, sinto voltade de abraçar o mundo, todas as pessoas que puder, assim, enforica com a anciedade saltando pelos poros.
Te vejo com cantinho do olho, e fico com vergonha de sorrir, mas eu olho pra você...
O relógio não para tenho que continuar.
O tempo ultrapassa sinal...
E eu cantei, cantei tão alto que meu grito ensurdeceu, e como a cigarra me calei, pois não havia mais tempo ... me apresei de mais e minha canção linda e bela me levou daqui...
hoje sinto saudades, mas ja não posso mais, a contagem é regressiva e minha liberdade correu pela paz.
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"Te vejo com cantinho do olho, e fico com vergonha de sorrir, mas eu olho pra você..."
ResponderExcluirIncrível como Lais Hoffmann tem a representatividade do sublime, digo, do simples que se faz complexo, numa ação inerente a quem, digamos, acredita, é acredita. Seja num relacionamento, na conquista de perspectivas, mas, na certeza (do momento) que ao longo do estar junto, se faz incerto.
Tal frase criada - a frase em destaque aqui em cima - intensifica a ação que a nós é tangível.
No mais, "(...)O tempo ultrapassa sinal..."