Deixa eu ser indecente, assim furta cor, sei que meu estilo ja não importa mais, mas sim a fé é que nos faz.
Quero correr livremente com meus pés sobre as nuvens, porque eu sou um ser, e enrraizado aqui provo as frutas mais doces da vida, esquento meu âmago ao sol e deixo tudo em banho maria.
Seus olhos são uma orquestra desafinada.
Violência de santos, todos sem cabeças, pulsos cortados, peles esfoladas.
Cantarola uma velhinha num cenário quase que divino, santo a mão a esfolhar lhe as viceras sem querer o próximo segundo por medo da vingança do santo esculpido...
deixa eu ser indecente.
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