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04/05/2020


Ouvi as aves de rapina anunciarem:

Recolham- se todos imediatamente!  No mundo existem 43 conteúdos inadequados... recolham-se todos, recolham todos.
Eles querem viver um “romance negro”, “a vida como ela é”, por isso precisamos imediatamente de “histórias curtas”, sem sentido, para não deixa-los ver o “ventre”, e a “a rosa vegetal de sangue”.
 Quero saber quem foi o marginal que deixou este “buraco na parede” para que estes intelectuais venham destruir nossa caçada? Como já havia dito cada qual ave de rapina permanecera com seu “calibre 22” apontado para as cabeças pensantes, vamos do “ato ao fato”, todos estes com a “coleira do cão”, e leve os daqui para o “sertão de lutas”.
 Queremos antes de tudo “mil e uma noites” com as senhoras “vestidas de noivas” servindo aos nossos “seminaristas” o “amálgama” da tristeza e da dor, pela raiva que sentem por serem nossas mulheres, as “meninas de cá” dos nossos olhos, nossas bocas, nossos sexos.
Esses dias serão contados como “contos de terror, de mistério e de morte”, nosso “harém das bananeiras”, dos bananas fracassados por nosso autoritarismo de “Mandrake, a bíblia, e a bengala”.
Agora já estamos em “agosto”, não posso mais deixa-los com seus “poemas escolhidos” deixem me ir para o meu “castelo”, longe destes “prisioneiros” imundos por este “mar de histórias”.
O Brasil esta acima de tudo, e Deus esta acima de todos, mas “o irmão que tu me destes” Deus, anda muito desobediente, e eu necessito dar “a volta por cima” deles, pisoteando sem piedade, com minha farda de ódio e desamor.
Desejo a todos que tenham “um feliz ano novo”, sem “macunaíma” somente com esse “falso herói sem caráter”, que censura, desrespeita a Constituição Federal, a autonomia da obra de arte e da liberdade de expressão.
Meus pêsames e um bom apetite para quem conseguir engolir esse anacronismo primário.


15/01/2012

Novos passos para 2012

Avivando

Umbilicando

e caminhando em nosso Caleideoscópio

Corujão da minha poesia

Essas roupas tão bonitas
maquiadas para contemplar o restrito belo
tenho andado com os heremitas
longe das cidades e seus santos élos.

Até os mais evoluidos seres
tem se admirado com a futilidade
vivendo apenas seus prazeres
pequenos, poucos que sentem saudades

se toda a noite eu soubesse
espalhar sua tinta neste papel
deitada sobre os meus pensamentos
anestesiada com o vento no céu

como eu iria sorrir mais e mais
eles, só eles em marte
dizendo me é hora de ter paz

marte esteve aqui hoje
e acho que chegou a hora
pareço até maluca
mas esta terra muitas vezes me devora

não saem palavras que possa falar
não saem escritas que possa escrever
o racional falhando para contemplar
o dom escultural que é viver

Hoje eu vou com eles
mas volto todos os dias
pois pertenço aos seres
que transbordam em poesias

estou meditando todos os dias
a liberdade que o ser tem de amar
vou viver todas as alegrias
vendo as flores desabrochar

acredito até o ultimo sorriso
na necessidade abusiva de amar
amar é o que mais preciso
esse caminho eu posso ensinar

Amarei até seus sonhos
e mesmo quando acordar
vou lhe mostrar em marte mesmo
como é possivel amar.

Silêncio, respiração,olhos

Atravessei a rua
parece que fui te encontar
nem sei porque me sinto sua
com timidez quero te conquistar.

Tem poesia atras dos seus óculos
tem melodia que só faz amar
se tanta gente quer pisar na lua
o que me importa é te encontrar

O vinho molha o chão
e nele vejo um nome surgir
talvez eu finja que não vi nada
nem sei se você realmente pode existir

São tantas as flores que vou lhe dar
assopro algumas pétalas pra você
para o nosso perfume misturar
e lembrar que quero te amar

Calei me como a mais timida.
Sorri pela primeira vez
alguma coisa palpita qui dentro
o tempo para mais uma vez

silêncio Respiração Olhos.

Sem tom

A sensação é do bem
fumaças entre os dedos
e o cheiro do café que vem
flores beijando desasossegos

Broto que pinta
melodia do atlântico sul
fisgado pelo céu em tinta
pra nunca esquecer do azul

Me leva em cera emoldurada
guarda o sumisso do nome em altura
conversa em linguas desarmadas
bebendo com a moça da xicara escultura