Na estrada de viver
eu encontrei você
na estrada de morrer
eu não queria te perder
Entendo agora sua ausência
mas na memória penitência
no coração bate a doença
de querer a tal clemência
Eu te vi a estrada seguir
na pureza de sentir
que não escolheu me por no colo
mas aprendeu que eu te adoro
barba branquinha que tirei
cabelo velho baguncei
maõs calejadas apertei
agora fica a lembrança
que um dia eu ja fui criança
e quando eu envelhecer
quem sabe assim volte a te ver...
" Meu amado e eterno VÔ TITO"
(Henrique Hoffmann)
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Oração às Deusas Das Artes Belas
ResponderExcluirhttp://poesiasaoleo.blogspot.com/2007/09/orao-s-deusas-das-artes-belas.html
Um presente dedicado pra você!